jueves, 16 de febrero de 2012

Brasil. Crema con veneno de abejas

jueves 16 de febrero de 2012
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Bandera Brasil

Crema con veneno de abejas


Llegó a Brasil una crema de moda en Inglaterra usada por dos miembros de la familia real inglesa, que contienen melitina, el elemento más importante del veneno de abejas. Parece que tiene un efecto tensor que mejora el aspecto del cutis inmediatamente y su acción dura cerca de una semana. Sólo está contraindicado en alérgicos al veneno de abejas. El efecto de la melitina, que conforma el 60% del veneno de abejas, es anti inflamante y promovería la formación de colágeno y elastina.



Creme de veneno de abelha

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Uma nova mania surgida na Inglaterra para atenuar rugas e marcas de expressão está chegando ao Brasil. É o tratamento contendo melitina, uma proteína que é o mais importante elemento do veneno da abelha. A onda começou no fim do ano passado, quando as duquesas Kate Middleton e Camilla Parker Bowles, da família real inglesa, revelaram-se usuárias de produtos faciais contendo a substância. As atrizes Michele Pfeiffer e Gwyneth Paltrow também se declararam fãs do composto. Todas estão usando os cosméticos com melitinafeitos pela esteticista Deborah Mitchell, a favorita de Camilla. Em Londres, ela assinou contratos milionários para multiplicar a produção da máscara que aplica para obter uma espécie de ação tensora imediata, promovendo o chamado efeito Cinderela – pele mais esticada e com menos marcas por cerca de uma semana.
No Rio de Janeiro, a dermatologista Karla Assed incorporou a melitina ao menu de tratamentos diferenciados que gosta de oferecer em sua clínica. “Garimpo novidades ao redor do mundo”, diz. Se o objetivo é um efeito rápido para sair à noite com a pele mais bonita, a dermatologista usa cremes à base de proteína – manipulados em farmácia – após uma sessão de laser para obter a ação tensora imediata. “O efeito dura até uma semana”, garante. Se a intenção é nutrir e amenizar marcas por tempo mais prolongado, Karla sugere quatro sessões de laser e depois o uso regular do creme. “Só é contra-indicado para quem tem alergia à picada de abelha”, diz a especialista, que conheceu a substância durante um congresso em Seul, na Coreiado Sul, em outubro. Curiosa por novos ativos, ela também oferece terapias com substâncias contendo veneno de cobra ou secreções de caracol.
Os mecanismos de ação da melitina têm sido bastante estudados. “Ela representa 60% do veneno da abelha, tem ação anti-inflamatória comprovada e age em nível molecular de maneiras que estão sendo investigadas”, afirma o pesquisador Daniel Carvalho, do Instituto Butantan, de São Paulo, especialista no estudo do veneno das abelhas. Na pele, levanta-se a hipótese de que ela aumentaria a produção de colágeno e elastina – compostos que dão sustentação à pele –, de células de defesa e de enzimas benéficas à cútis. “Fiquei surpreso com a quantidade de estudos sobre o uso cosmético, mas ainda não há nada conclusivo”, pondera Carvalho.

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